Hoje na faculdade um amigo disse que Drummond não é esse poeta que todos dizem ser, até por que ele repetiu muitas coisas que o Baudelaire já havia resolvido, como por exemplo a subjetividade do eu.
Como se a literatura não fosse o poder (liberdade) e sim o dever (moral).
O problema é que no Brasil (ridículo isto) temos de voltar àquele clichê d’O Retrato de Dorian Gray: “Não há livros morais e livros imorais. Há livros bem escritos e livros mal escritos. Eis tudo.”
Precisaremos disso ainda por muito tempo?

2 responses so far ↓
1 Vinicius // Mar 16, 2007 at 20:39
Enquanto precisarmos “resolver” algo em literatura, é óbvio que a falta de poesia vai reinar.
As pessoas confundem confiança com certeza, leitura com explicação.
2 Manoela // Mar 20, 2007 at 23:30
Oh meu querido! Mediocridades acadêmicas, endêmicas, peseudopolêmicas… e aí? Vou organizar uma mostra de vídeo na Aliança Francesa daqui de Goiânia… vamos fazer algo juntos? Acho aquele lance do espelho legal… bjo
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