Homens sem rosto emulam-se,
transmutam máscara em barro,
reinventando um terrível regaço
onde quedam-se fadas de absinto.
Cortinas abertas: gentlemen concretos
—
Trata-se do primeiro poema que fiz e ainda hoje considero-o um poema. De julho de 2006, talvez.

2 responses so far ↓
1 Manoela // Nov 23, 2006 at 15:12
ei, sumi porque adoeci, acredita? espero que hoje eu esteja melhor para conversarmos sobre os poemas, mas assim, grava tudo e me manda… espero que eu não esteja com dengue. Beijos
2 Manoela // Nov 23, 2006 at 22:57
ah! nunca tomei absinto, acredita?
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